sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Campus Party: Pesquisador prevê fim do celular em cinco anos!
Novas tecnologias lançarão desafio a educadores, diz Sugata Mitra.
'O que fazer quando jovens tiverem o Google nas suas cabeças?', questiona.
O celular como conhecemos vai desaparecer em breve e a educação terá que se adaptar a mais essa mudança, afirmou Sugata Mitra, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), durante a Campus Party, nesta terça-feira (7). O evento acontece no Anhembi, em São Paulo.
Especialista em tecnologia educacional, ele acredita que o aparelho vai dar lugar a outra tecnologia em cerca de 5 anos, assim como aconteceu com a vitrola e o walkman.
“O que a educação deve fazer quando os jovens tiverem o Google nas suas cabeças? Como você vai saber que um contabilista é mesmo um contabilista ou se ele está apenas usando o Google?"
Em 1999, Mitra colocou um computador com acesso à internet em um muro de uma favela de Nova Déli, na Índia. Câmeras mostraram a interação das crianças com o computador. Segundo Mitra, elas iniciaram um novo processo de aprendizagem graças à internet.
Na época do experimento, chamado “Hole in the Wall” (buraco na parede, em inglês), os professores lhe questionaram o que aquilo mudaria na vida deles já que os resultados das provas não estavam melhorando.
“Eles concluíram que o computador não estava ajudando, mas ninguém perguntou se o problema não estava na prova. O computador ajudou as crianças em várias áreas que a prova não contempla, como a autoconfiança. Isso não é medido pela escola”.
Crítica a provas escolares
Segundo Mitra, as provas desenvolvidas pelas instituições não medem a compreensão, e, sim, a memória. “No passado, a memória era importante porque o cérebro era o único meio de se reter informações. Hoje, ela não é mais importante, pois temos o pen drive, por exemplo”, explicou. “Precisamos pedir para o sistema mudar em vez de pedir para o aluno não usar o computador”.
Mitra acredita que é necessário redefinir o currículo escolar para que ele fique mais interessante. “Hoje, as empresa contratam funcionários com muita educação, mas que não são úteis. As pessoas conseguem ler uma página inteira e não entender nada. Essas habilidades são mais importantes para as empresas, hoje, do que trigonometria. Nós temos exigências que não têm relação com o que está sendo ensinado. Há 300 anos, o fato de o currículo não ser interessante, não era um problema. Hoje, isso não funciona”, completou.
Fonte: G1
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Verdade ou mentira: Quando chove a internet fica ruim?
Olá gente depois de um tempo sumido por conta das ferias voltei com esse post para tirar algumas duvidas que muitos tem com relação a internet. Raios, trovões e muita água. O clima chuvoso seria capaz de interferir na conexão com a internet? O TeckNews foi atrás de respostas!
Você está baixando programas no Tecknews, quando trovões caem perto da sua residência e o aguaceiro torna-se incessante. Inexplicavelmente, sua conexão se torna instável e os downloads prosseguem em marcha lenta.
Mas a chuva poderia interferir no sinal da internet que chega às nossas casas? Essa dúvida já apareceu algumas vezes na seção Tira-duvidas: muitos usuários queixam-se que a velocidade na transferência de dados despenca quando as nuvens carregadas invadem o céu.
O Tecmundo resolveu desvendar se o clima chuvoso é capaz de retardar (ou até mesmo derrubar) o sinal das distribuidoras de conexão com a internet, ou se isso não passa de um mito.
Abra o guarda-chuva!
Explicações sobre o porquê existe perda de sinal de internet quando chove não faltam na web. Algumas não possuem qualquer fundamento lógico, mas muitas hipóteses podem ser admitidas para entendermos melhor como o clima consegue tornar a conexão lenta.
Com a pesquisa realizada, pudemos concluir que a chuva interfere no sinal de internet. Acompanhe em quais casos isso ocorre com maior evidência. Confira o que descobrimos!
A céu aberto
A grande interferência da chuva na conexão de internet acontece em meios que utilizam o ar para disseminar os pacotes de dados. As conexões que operam por meio de sinais de rádio são as mais afetadas com as nuvens carregadas.
As descargas elétricas, a umidade e os pingos de água presentes na atmosfera podem distorcer (de maneira bem acentuada) o sinal transmitido por ondas. Com esses pequenos “cortes” no sinal, os equipamentos de emissão e recepção do sinal não conseguem manter uma comunicação efetiva.
Podemos fazer uma analogia se pensarmos em duas pessoas conversando em uma sala silenciosa e em um show. Na sala vazia e com o mínimo de ruído, os indivíduos conversam com facilidade.
Entretanto, na apresentação de uma banda com caixas de som potentes e milhares de pessoas, a dupla não conseguirá se comunicar com o mesmo tom que usou no local silencioso. É bem possível que, em diversos momentos, um dos “atores” desse processo de comunicação não entenda o que foi dito e solicite a repetição da mesma informação.
Com a internet via rádio, o mesmo acontece. As interferências do clima distorcem o sinal, tornando-o instável e falho. Isso ocasiona perda de dados, o que acaba deixando a comunicação entre servidores e modems dificultosa e lerda.
Os cabos também sofrem?
Mas e nos casos de conexões que usam cabos para a transmissão? A chuva pode atrapalhar a comunicação dos pacotes de dados? No modo operacional em estado normal, não. Contudo, chuvas intensas podem oferecer barreiras para que as empresas disponibilizem o sinal corretamente.
Uma tempestade pode ocasionar a queda de energia em centrais de distribuição, derrubar árvores ou outro tipo de elemento, danificando a infraestrutura do cabeamento que leva a internet até nossas casas ou qualquer outro tipo de situação que, de alguma forma, interrompa o sinal transmitido pelos cabos.
Infelizmente, em casos como estes, a única coisa que podemos fazer é avisar a empresa que oferece a conexão sobre a instabilidade da rede – esperando que o fato seja apurado e resolvido o mais rápido possível.
Outra hipótese possível é que, em algum ponto da sua casa, esteja havendo infiltração no cabeamento da rede de internet. A extrema umidade, causada pela entrada da água nos filamentos dos cabos, causa o desvio ou distorção da corrente elétrica que tramita pela rede.
Uma saída para sanar esse problema seria acionar um técnico da sua fornecedora de internet para que ele verifique se os cabos estão em estado ideal de uso.
Tráfego pesado
Se você utiliza um sistema de rede compartilhada, um terceiro motivo para a lentidão da sua conexão pode ser o aumento do número de usuários utilizando a rede simultaneamente. Devido à chuva, muitas pessoas optam por ficar em casa, sendo a internet uma das ferramentas mais eficientes para distração e entretenimento.
Dessa forma, a conexão opera com um gargalo: a banda é muito pequena para a demanda de dados oriunda do número de usuários online. Como resolver essa situação? Uma alternativa seria assinar um plano que ofereça uma banda maior. Outra solução possível é encontrar outra atividade que o satisfaça enquanto a chuva não para.
Fonte: Tecmundo.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Aprenda a limpar seu HD!
Mais cedo ou mais tarde seu HD irá lotar e deixar seu computador lento. Veja como recuperar alguns gigabytes.
“Limpar” um HD lotado para liberar mais espaço pode ser uma tarefa desagradável, envolvendo decisões difíceis sobre quais arquivos você pode descartar e o que manter. Mas mais cedo ou mais tarde, é algo que tem que ser feito.
A primeira coisa que você tem que fazer é rodar o Utilitário de Limpeza de disco, que é parte do Windows. Clique em Iniciar, Todos os Programas, Acessórios, Ferramentas de Sistema e então em Limpeza de Disco. Este programa provavelmente não irá liberar muito espaço, mas vai cuidar de arquivos e pastas que você nem sabe que existem (ou onde estão), mas que ocupam espaço e podem ser facilmente descartadas.
Mas uma limpeza “a fundo” exige mais esforço. Vamos nos concentrar nas duas estratégias mais produtivas: a remoção de duplicatas, e a localização das pastas que ocupam mais espaço.
Removendo duplicatas
Uma quantidade enorme de espaço pode estar sendo ocupada por arquivos em duplicata, especialmente músicas, fotos e vídeos. Um programa que seja capaz de localizar e mostrar estes arquivos pode ser uma grande ajuda, especialmente se ele fornece informações suficientes para que você possa tomar uma decisão quanto a o que fazer.
Duplicate Cleaner: encontre facilmente arquivos duplicados
Recomendo o Duplicate Cleaner da DigitalVolcano. É fácil de usar, poderoso, versátil e grátis. Você pode definir várias opções para determinar como o HD será analisado, quais tipos de arquivo procurar, e o que exatamente considerar como uma duplicata (sejam arquivos com o mesmo nome, conteúdo, tamanho e/ou data de criação). Se você estiver procurando especificamente por música, pode fazer a busca por nome do artista, do álbum ou título da faixa. Você também pode dizer ao programa para ignorar arquivos abaixo de um certo tamanho, para se concentrar nos arquivos maiores, que realmente farão a diferença quando apagados.
Depois que termina a varredura, o Duplicate Cleaner indica os arquivos duplicados com cores idênticas, permitindo ao usuário encontrá-los facilmente. Você pode abrir um arquivo, abrir a pasta do HD onde ele está ou selecionar um conjunto de arquivos com base em um critério. Depois de selecionar os arquivos que não quer mais, você pode apagá-los, movê-los ou renomeá-los.
Encontre as pastas mais “gordas”
Nem todos os problemas de falta de espaço são causados por duplicatas. Você pode ter que dar uma olhada nas pastas de seu HD, procurando por outros arquivos que estejam ocupando espaço e que possam ser descartados, ou movidos para um HD externo. Você pode economizar tempo neste processo procurando apenas nas pastas mais “gordas”, ou seja, as que ocupam mais espaço no HD.
TreeSize: descubra quais pastas estão ocupando mais espaço no HD
Para isso recomendo o TreeSize Free. Depois de analisar o HD ele mostra uma simples lista de pastas e arquivos, com os maiores no topo. Com isso você pode encontrar facilmente os maiores culpados pela falta de espaço, e decidir se deseja descartar os arquivos ou movê-los para algum outro lugar.
Aqui os maiores culpados geralmente são as pastas contendo músicas e as fotos e vídeos da família. É fácil acumular dezenas de GB de fotos sem perceber (minha pasta, por exemplo, tem 35 GB), já que pensamos em cada foto individual como um arquivo “pequeno”. Dê uma olhada também em sua pasta de downloads, que contém os arquivos baixados pelo seu navegador. Você pode se surpreender com a quantidade de arquivos que baixou tempos atrás, não precisa mais e que estão lá ocupando preciosos GB de espaço em disco.
Fonte: Uol.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Kyocera lança celular sem alto-falantes!
A Kyocera apresentou uma proposta ousada na CES 2012, em Las Vegas. Montada em um protótipo desenvolvido em parceria com a KDDI Labs, a ideia é que o telefone não use microfones e alto-falantes. Assim, ele poderá ser utilizado em ambientes com muito barulho, como fábricas e siderurgias, onde normalmente não é possível conversar com outras pessoas pelo telefone.
A ideia parece confusa, mas ele possui um método para capturar o que você quer dizer (e escutar) em uma conversa: sem microfone, o telefone faz uso de um minúsculo chip de 0.6 mm, capa de detectar pela vibração dos ossos do seu rosto o que está sendo dito. Reconhecendo as pequenas vibrações, ele transmite o áudio para o seu interlocutor.
Para escutar a conversa, a ideia é ainda mais estranha. Um telefone convencional leva o áudio para um alto-falante, e assim para fones de ouvido. Esse protótipo, no entanto, faz com que esse som vá direto para a parte traseira do telefone, fazendo o mesmo vibrar. Essa vibração será imperceptível ao usuário, mas será suficiente para transmitir o som para dentro da sua cabeça e tímpanos, dando a sensação de que o som vem de um alto-falante, mas diretamente para o usuário.
Graças a essa tecnologia, é possível usar o telefone mesmo quando alguém estiver utilizando um protetor de ruído externo, encontrado em ambientes industriais, que ajudam a preservar a audição do trabalhador.
Como ele funciona todo por este método de detecção, o telefone precisa estar em contato direto com você durante a chamada o tempo inteiro - e você não terá um telefone com um "viva-voz virtual" (mesmo porque os "fones de ouvido", nesse caso, é você mesmo). A vantagem é que além de ouvir as chamadas em locais onde normalmente é impossível ter uma conversa, essa comunicação se torna bastante privada.
Uma das situações simuladas durante a demonstração do protótipo mostra um uso trivial: mesmo se você estiver ouvindo uma música com fones de ouvido, é possível ouvir claramente a outra pessoa da chamada. Normalmente somos obrigados a interromper a reprodução musical para uma conversação de qualidade.
O telefone ainda está em desenvolvimento, mas já é considerada uma proposta promissora. Resta saber se os deficientes auditivos terão o mesmo benefício. A Kyocera deve responder essa questão em breve, com o avanço nas pesquisas de futuras funcionalidades do produto.
Fonte: TechTudo
Assinar:
Postagens (Atom)

