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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Após acabar com o Megaupload, FBI quer dominar o Facebook!

Mesmo sem a aprovação dos projetos que iriam fazer a internet ser de domínio do governo, a coisa está ficando feias para todos os internautas, pois agora o FBI quer tomar conta das principais redes sociais do mundo.
Em um documento liberado pelo próprio FBI foi revelado que eles pretendem criar uma ferramenta que iria monitorar o Facebook e o Twitter. Segundo eles, essa ferramenta serviria para analisar o que está acontecendo e tentar achar as melhores soluções para crises, mas apenas utilizando-se de informações públicas.

 

As empresas interessadas em desenvolver esse software espião já podem mandar seus projetos para o FBI e provavelmente darão um poder incrível a uma agência do governo, pois com a quantidade de informação que eles irão receber, poderão domar a população muito mais facilmente, não acha?
Tomara que esse projeto encalhe, pois se eles conseguirem terão mais informações do que devem e controlarão tudo, pois saberão de todas as coisas que o povo anda fazendo.
É parece que estamos perdendo nossa internet. Não deixe de curtir o post, contra o FBI investigando nossas vidas!

Quer saber o porque de tanta preocupação em controlar a internet? Pesquisem sobre os Illuminatis e quem são os Bilderbergs!

Fonte Minilua.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Campus Party: Pesquisador prevê fim do celular em cinco anos!

Novas tecnologias lançarão desafio a educadores, diz Sugata Mitra.
'O que fazer quando jovens tiverem o Google nas suas cabeças?', questiona.

sugata mitra (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com) 
 
O celular como conhecemos vai desaparecer em breve e a educação terá que se adaptar a mais essa mudança, afirmou Sugata Mitra, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), durante a Campus Party, nesta terça-feira (7). O evento acontece no Anhembi, em São Paulo.
Especialista em tecnologia educacional, ele acredita que o aparelho vai dar lugar a outra tecnologia em cerca de 5 anos, assim como aconteceu com a vitrola e o walkman.
“O que a educação deve fazer quando os jovens tiverem o Google nas suas cabeças? Como você vai saber que um contabilista é mesmo um contabilista ou se ele está apenas usando o Google?"

"O celular foi ficando melhor, mais barato e rápido. Se eu tivesse que fazer uma previsão, diria que ele vai desaparecer em 5 anos”, afirmou. Segundo Mitra, as novas tecnologias vão lançar um desafio aos professores. “O que a educação deve fazer quando os jovens tiverem o Google nas suas cabeças? Como você vai saber que um contabilista é mesmo um contabilista ou se ele está apenas usando o Google? O significado da educação, do diploma, terá que mudar em menos de 10 anos”, completou.
Em 1999, Mitra colocou um computador com acesso à internet em um muro de uma favela de Nova Déli, na Índia. Câmeras mostraram a interação das crianças com o computador. Segundo Mitra, elas iniciaram um novo processo de aprendizagem graças à internet.
Na época do experimento, chamado “Hole in the Wall” (buraco na parede, em inglês), os professores lhe questionaram o que aquilo mudaria na vida deles já que os resultados das provas não estavam melhorando.

“Eles concluíram que o computador não estava ajudando, mas ninguém perguntou se o problema não estava na prova. O computador ajudou as crianças em várias áreas que a prova não contempla, como a autoconfiança. Isso não é medido pela escola”.
 
Crítica a provas escolares

Segundo Mitra, as provas desenvolvidas pelas instituições não medem a compreensão, e, sim, a memória. “No passado, a memória era importante porque o cérebro era o único meio de se reter informações. Hoje, ela não é mais importante, pois temos o pen drive, por exemplo”, explicou. “Precisamos pedir para o sistema mudar em vez de pedir para o aluno não usar o computador”.
Mitra acredita que é necessário redefinir o currículo escolar para que ele fique mais interessante. “Hoje, as empresa contratam funcionários com muita educação, mas que não são úteis. As pessoas conseguem ler uma página inteira e não entender nada. Essas habilidades são mais importantes para as empresas, hoje, do que trigonometria. Nós temos exigências que não têm relação com o que está sendo ensinado. Há 300 anos, o fato de o currículo não ser interessante, não era um problema. Hoje, isso não funciona”, completou.

Fonte: G1

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